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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Revitalização do centro de Redenção gera polêmica

A ação de homens da Secretaria de Obras e agentes do Departamento de Trânsito e Trafego de Redenção, que na semana passada realizou a retirada de Camelôs e vendedores ambulantes, das praças, calçadas e logradouros públicos, localizados no centro e principais avenidas da cidade, que estavam atuando no mercado informal de Redenção, foi o tema central das discussões e debates, no inicio da semana de sessão ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Redenção.
Cerca de 100 trabalhadores do mercado informal participaram da sessão ordinária realizada na manhã de segunda feira (16) no plenário da Câmara, onde o assunto principal dos vereadores foi onde serão colocados os ambulantes que estão sem poder trabalhar depois que suas barracas foram removidas.
A representante do Ministério Publico em Redenção, Drª. Clemilda Aquino da Costa, aproveitando o espaço que lhe foi concedido pelo presidente da Câmara, Alexandre Júnior, disse que é necessário que o poder público municipal apresente uma solução para àqueles que ficaram sem trabalhar. “Estas pessoas estão sem renda, e isso é muito preocupante, pois pode gerar diversos problemas sociais”, disse a promotora Clemilda Aquino, na tribuna da Câmara Municipal.
Pelo que tudo indica a polêmica gerada pela retirada dos camelôs e barraqueiros, que há anos se alojaram nas praças e nos canteiros das avenidas da cidade, não tem prazo para terminar.
Uma comissão dos ambulantes foi formada no final da sessão, cujo propósito foi marcar uma audiência com o prefeito Wagner Fontes, e os vereadores solidários à causa dos trabalhadores do mercado informal. (Colaboração: Dinho Santos)