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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Palmadas ou diálogo para educar os filhos



O projeto de Lei sancionado no último dia 14 pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, que proíbe o uso das palmadas que é parte integrante do projeto de lei sobre castigos corporais e "tratamento cruel ou degradante" contra crianças e adolescente está causando polêmica e muita dúvida no meio da sociedade de Redenção, onde muitos pais se mostram favorável a proibição do uso das palmadas, enquanto que outros são totalmente contrários a elaboração do projeto.

Na Escola Maria Conceição Corrêa, onde está funcionando a Faculdade do Instituto Federal do Pará-IFPA, durante o período de férias, muitos acadêmicos do curso de Pedagogia se posicionaram sobre o assunto assim como pais e professores.

O Professor de Sociologia Gilberto Borges, disse que é totalmente contra a aprovação do projeto, que priva os pais de exercerem seu direito de disciplinar seus filhos da maneira que eles acham conveniente. “Esse projeto vai de encontro aos princípios bíblicos, onde diz que os pais não deve deixar de utilizar uma “varinha” na educação dos filhos”, comentou o sociólogo.

A funcionária pública municipal, Maria de Nazaré, é a favor do projeto de Lei. “Eu criei sozinhas meus três filhos, sem utilizar o método da palmada, beliscão ou surra como instrumento de correção e educação’’, disse a funcionaria, que completou dizendo que é a favor de um bom dialogo. “O meu modo de correção, quando meus filhos faziam algo de errado, era conversar, colocar de castigo, proibindo eles de fazerem aquilo que mais gostavam’’, finalizou Nazaré.