INFORMAÇÕES

NOTÍCIAS DO SUL DO PARÁ, TOCANTINS, MATO GROSSO E MARANHÃO

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Redenção: Pistoleiro morre em troca de tiros com a PM


"Vilmar morreu ao trocar tiro com a polícia"

O pistoleiro Vilmar Guimarães Nunes, 35 anos, teve a sua carreira de crimes encerrada de maneira trágica. Ele levou a pior ao reagir a abordagem de uma guarnição do Grupo Tático Operacional (GTO) da Polícia Militar de Redenção. O criminoso foi baleado no braço e no peito e morreu logo após dar entrada no Hospital Regional de Redenção.

O fato ocorreu na rua Aurelinho, localizada no setor Santos Dumont. Segundo a polícia, o bandido estava em uma residência que pertenceria à amante dele. De acordo com o tenente Joacir, que estava no comando da guarnição da GTO, Vilmar Guimarães portava uma pistola 9 milímetros de fabricação soviética, que é de uso restrito da polícia, e resistiu ao cerco policial, disparando mais de sete vezes contra a viatura. “A nossa intenção era pegá-lo vivo, mas ele reagiu, tivemos de neutralizá-lo”, disse o tenente.

A Polícia Militar chegou até o pistoleiro depois de prender três homens que estavam em atitude suspeita dentro de um veículo no centro comercial de Redenção, e que eram integrantes de uma quadrilha comandada por Vilmar. Os elementos são Fábio Pascoal Rodrigues, Cláudio Cezar de Sá e Darlony Viana Pereira. Segundo a polícia, eles são acusados de cometer vários crimes na região.

O tenente Juacir também afirma que os membros da quadrilha revelaram que, em Redenção, planejavam assaltar bancos e carros-fortes. Com eles foram encontradas várias capsulas de fuzil. Vilmar havia cumprindo uma parte da pena no Centro de Recuperação de Redenção por ter executado com um tiro de pistola na nuca o sargento Dias, que era comandante do Destacamento da Polícia Militar do Distrito da Taboca, em São Felix do Xingu. O crime ocorreu em 2006.

Ainda segundo o tenente Joacir, além de ser o chefe da quadrilha, Vilmar era um bandido da mais alta periculosidade, tendo em sua ficha criminal mais de três acusações de homicídio. (Colaboração: Paulo Carrion)