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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Redenção: comércio tem que baixar as portas até às 14 horas aos sábados


“Acordo entre comerciários e a patronal bate o martelo quanto ao horário. E quem descumprir o acordo vai ter que pagar multa”

Durante convenção coletiva de trabalho entre os representantes do Sindicato Patronal do Comércio de Redenção (Sindcomércio) e o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Redenção e região (Sintraconrre), ficou definido que a partir de 1º de janeiro, boa parte dos estabelecimentos comerciais poderão funcionar aos sábados só até às 14 horas. O horário consta da Convenção Coletiva do Trabalho (CCT), 2009/2010, firmado com as categorias trabalhistas e será seguido por todos os filiados à entidade patronal.

O trecho extraído da convenção coletiva do trabalho informa que o estabelecimento que descumprir o horário sofrerá multa de um salário mínimo base da categoria por cada trabalhador, e multa de 30% desse valor ao Sintracomrre.

De acordo com o documento assinado por ambas as entidades, os únicos estabelecimentos que poderão funcionar nos horários normais, de 7h às 20 horas aos sábados, são os supermercados, salões de beleza e os açougues, além de bares, lanchonetes, restaurantes, farmácias em regime de plantão, churrascarias e casas noturnas, que também poderão funcionar aos domingos e feriados. Os donos desses estabelecimentos terão de pagar hora-extra dobrada aos funcionários. Já os estabelecimentos, como lojas de confecções, calçados e de artigos e presentes, poderão ficar abertos só até às 14h.

Segundo o presidente do Sintracomrre, Jonilson Vanderlei, o Sindicato vai fiscalizar para que a Convenção seja cumprida. Segundo ele, os empresários pediram um prazo até janeiro do ano que vem e foram atendidos.

Já o presidente do Sindcomércio, Geraldo Amaro, garante que a Convenção Coletiva do Trabalho, 2009/2010, firmado com as categorias trabalhistas será seguido por todos os filiados à entidade. “Vamos nos adequar para que tudo o que foi definido, seja cumprido”, ressaltou Amaro.(Colaboração: Paulo Carrion)