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sábado, 18 de dezembro de 2010

Pará: transição ágil e eficiente ficou no papel


Coordenador da transição por parte do novo governo, o economista Sérgio Leão contesta as declarações do representante da atual gestão, Edilson Rodrigues, publicadas ontem neste jornal. Rodrigues disse que a transição está em bom ritmo e que não há entrave para que a nova administração consiga informações sobre o Estado. Leão, contudo, define a transição como “vagarosa”. Nesta entrevista, ele explica as razões das críticas, fala do orçamento e da formação do novo secretariado.

Solicitamos 52 itens e esses não eram na totalidade do que a gente queria do Estado. Esses 52 itens eram informações setorizadas que a gente achava que daria para criar um cenário, e na medida em que a gente estivesse com as informações, isso poderia dar margem para que pedíssemos, por exemplo, informações sobre órgãos. A única informação que a gente pediu sobre um órgão, até agora, foi sobre o Banpará e só um item.

Todas as outras informações foram gerenciais do Estado, da situação financeira fiscal. Não perguntamos como estava a Cosanpa (Companhia e Saneamento), a Cohab (Companhia de Habitação). Eu quero saber como está a dívida, como estão os empréstimos, os contratos, a folha de pessoal, a previdência, o fundo previdenciário. Não perguntei como está a Paratur, o Ophir Loyola, a Santa Casa. Isso seria até uma conseqüência, a partir da avaliação dos dados.