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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Conceição: Guarda noturno é condenado a 9 anos de cadeia

Foragido desde a época do crime, ocorrido em 1993, Elias Pereira foi julgado por homicídio simples onde a pena máxima é 20 anos.

O promotor entende que existem elementos suficientes para aplicar uma pena maior. “Quem mata alguém com um tiro na cabeça não pode ser condenado a apenas 9 anos de prisão”, enfatizou o promotor Alfredo Amorim que deve entrar com o recurso para a realização de um novo julgamento.

O crime aconteceu no dia 3 de julho de 1993, no bairro São Luiz II, em Conceição do Araguaia. De acordo com a denúncia apresentada pelo ministério público na época, passava das 23 horas quando Elias, que trabalhava como guarda noturno, após luta corporal sacou um revólver e disparou um tiro na cabeça de um rapaz menor de 17 anos.
Na noite do crime o rapaz de nome Célio Galvão de Oliveira estava em uma festa na casa de um vizinho onde teve um desentendimento com sua namorada. Testemunhas disseram que o rapaz teria feito ameaças ao pai da garota, que se “caso não a repreendesse, ele (o menor) daria umas tapas nela.

O pai da namorada não gostou das provocações e iniciou uma briga com o genro que foi separada por parentes e amigos que estavam na festa. Ao tomar conhecimento da briga, Elias saiu à procura do rapaz pelas ruas da cidade. De acordo com testemunhas, ambos se encontraram na Avenida Joaquim Lima e como ambos estavam com sintomas de embriaguez, houve troca de ofensas.

Momento em que o menor teria partido para cima do acusado que sacou a arma. O rapaz ainda lhe acertou um pontapé, mas Elias sacou da arma e disparou um tiro contra a cabeça da vítima. Devido à gravidade do ferimento ele foi transferido para um hospital da cidade de Imperatriz (MA), mas após seis dias internado, não resistiu. (Canoticias)