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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mulher não aceita fim de romance e se mata com tiro na cabeça

Alcilene de Jesus Torres Soares, de 36 anos, biomédica, moradora do setor Morada da Paz, em Redenção, se matou com um tiro na cabeça. O fato ocorreu na noite de domingo (13). Segundo informações, Alcilene não aceitou o fim de um namoro, com André Aparecido de Almeida, e cometeu suicídio.

No inicio da noite do último domingo, André estava na casa de algumas amigas, quando recebeu uma ligação no seu celular, e segundo ele, era Alcilene, dizendo que estava na casa dele e que iria se matar caso ele não reatasse o namoro. “Eu não acreditei que era verdade, e disse que não tinha mais jeito de continuar o relacionamento, foi quando ela disse: Eu vou me matar. E disparou um tiro, eu escutei no telefone, e em seguida outro tiro”, conta o ex-namorado.

Segundo ainda o relato do ex-namorado da vítima, ela teria pegado a chave da casa dele, com um funcionário de prenome Paulo, com o pretexto de que iria colocar comida para o cachorro e arrumar algumas roupas dele. Um fato que intriga a polícia foi o sumiço da arma usada pela vitima, da cena do crime.

Segundo relato de Lili Torres, irmã da vitima, viu a arma ao lado do corpo de sua irmã, no momento em que ela entrou na casa, na companhia de um filho seu e o ex-namorado de sua irmã. “Eu vi a arma, era um revolver pequeno, preto de cano curto, estava na sala onde minha irmã estava morta”.

A versão foi confirmada por André que disse não saber como a arma sumiu da cena do crime. O funcionário que entregou as chaves para a biomédica, disse que ela estava sorrindo na hora em que foi pegar as chaves dizendo que iria alimentar o animal. “Nunca imaginei que ela iria fazer essa loucura”, relatou.

Policiais militares que atenderam o chamado de moradores encontraram sinais de bala no forro da sala, onde o corpo da vítima foi encontrado em uma poça de sangue. O delegado Nicolau Neto, disse que a polícia está investigando o suposto suicídio, e que existem alguns relatos que não estão se encaixando na história.

O corpo da biomédica foi encaminhado para a cidade de Marabá, para ser examinado pelos peritos do Instituto Médico Legal-IML.