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terça-feira, 29 de maio de 2012

Reeleições provocam debandada na Amat

Preocupados com a inelegibilidade, uma vez que a legislação eleitoral obriga candidatos a se desincompatibilizarem da presidência de entidades, prefeitos membros da Amat/Carajás (Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins) anunciaram renúncia aos cargos na diretoria da mesma. A providência foi aprovada em Assembleia Extraordinária realizada nesta segunda-feira (28), em Marabá. O prefeito de Tucumã, Celso Lopes, deixa a presidência em favor do vice Edison Alvarenga, de Nova Ipixuna.
 O novo presidente, por sua vez, optou por um discurso pouco pretensioso, apostando nas mesmas bandeiras com as quais Lopes se elegeu presidente, como a promessa de afinação com o governo do Estado e pedido de que os membros levem a entidade a sério, participando mais das decisões. Alvarenga disse, ainda, que sempre foi avesso a dirigir entidades, uma vez que a gestão de Nova Ipixuna lhe toma muito tempo, mas que, sensível ao momento, ele aceita a missão.

Reviravolta

Pré-candidato a reeleição em Tucumã, Celso Lopes Cardoso deixa o cargo de presidente da Amat depois de exatos três meses à frente da entidade. Ele foi eleito em 27 de fevereiro deste ano, após disputa acirrada, no voto, contra Hidelfonso de Abreu Araújo, de Abel Figueiredo, certame que após empate em sufrágios, foi decidida pelo critério de idade.

 Na época, os que defendiam a eleição de Hidelfonso evocaram essa possibilidade de Celso Lopes em pouco tempo ter de renunciar, devido a desincompatibilização, mas este não abriu mão da sua candidatura, sobretudo bancado pelo interesse do Governo do Pará de ter um aliado à frente da associação, que tem 34 anos e congrega 29 municípios do sul e sudeste do Pará.