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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vila Rica (MT): Manifestantes com faixas e cartazes param a cidade e interrompem sessão na Câmara

A exemplo dos estudantes da maioria das grandes cidades do Brasil e também de algumas cidades do exterior, as pequenas cidades do interior também começam a se manifestar contra toda a corrupção e descaso com o dinheiro público que vem acontecendo.
Povo politizado manifesta unido
Dessa vez foram os jovens da cidade de Confresa que fizeram valer sua voz, indo pras ruas em peso, e reivindicando contra as obras inacabadas, a baixa verba aplicada na saúde do município dentre várias outras reivindicações.
O manifesto saiu da Praça da Escola 29 de Julho,com cerca de 900 pessoas e desceu pela avenida Centro Oeste até a porta da Prefeitura Municipal, onde fizeram uma parada em coro o Hino Nacional.

No manifesto tinha grupos de todos os tipos, estudantes do ensino fundamental e médio, estudantes do Instituto Federal do Estado de Mato Grosso que juntos gritavam por melhoria na educação e pediam mais cursos de ensino superior para a região.

Tinha também o grupo dos homossexuais que protestaram contra o Marco Feliciano e o projeto aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias o “Cura Gay”.

O grupo de professores tanto da rede municipal de ensino, como da estadual e federal que também pediam por qualidade na educação e ainda por melhores condições de trabalho.

O grupo de funcionários públicos que cobravam maior respeito pelo poder público. Ainda tinha o grupo da saúde que protestaram contra a falta de qualidade e de infra-estrutura de trabalho, e cobraram por que as obras do Hospital Regional de Porto Alegre do Norte estão paralisadas.

Cartazes com dizeres como “queremos educação e saúde com padrão FIFA de qualidade”, “chega de corrupção”, “o povo não tem que temer os governantes, os governantes tem que temer o povo”, “Confresa precisa de mais praças”, entre outros.

Muitos professores tomaram frente ao manifesto, falando ao microfone, descendo as ruas da principal avenida da cidade. Após a parada na Prefeitura Municipal, os manifestantes seguiram para a Câmara Municipal, onde estava acontecendo uma sessão Ordinária.

Com a chegada dos manifestantes os vereadores ficaram numa verdadeira “saia justa” e foram obrigados a parar de imediato a sessão por conta do barulho dos jovens que adentraram o legislativo municipal munidos de faixas e cartazes, gritando numa só voz, “queremos lazer, queremos educação”.