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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

'Irmã caçula foi mantida viva para servir como álibi', afirma delegado

Filho de casal morto em Altamira é suspeito de participação no crime. Outras seis pessoas já foram presas suspeitas de envolvimento.

O delegado Vinicius Dias, responsável pela investigação do assassinato do casal de empresários Luís Alves Pereira e Irma Buchinger Alves, e seu filho mais velho Ambrósio Buchinger Neto, informou durante coletiva realizada nesta quarta-feira (27) que a filha caçula do casal, Chiara Buchinger, foi mantida viva para servir como álibi para o irmão Henrique Buchinger Alves, suspeito de envolvimento na morte dos próprios pais.

"Ela é uma vítima que estava no local. Teria ficado viva para servir como álibi e sido poupada para ser uma testemunha dos fatos", afirma o delegado responsável.

Durante a coletiva a polícia esclareceu qual foi participação de alguns dos suspeitos que foram presos temporariamente. Segundo o delegado responsável, Francisco Denis Leite, Anderson Moraes e Aguinaldo Soares foram responsáveis pela invasão na residência da família após serem deixados no local por Mateus de Oliveira Costa, que também cuidou da fuga dos suspeitos após os mesmos abandonarem o veículo de uma das vítimas na rodovia Transamazônica.

Ainda segundo o delegado, até o momento as prisões são temporárias e a investigação continua em andamento.  “A conclusão ainda não chegou, estamos desenvolvendo as versões de fatos novos que a gente tem que apurar e outros detalhes que tem que ser trazidos”, afirma. (G1/PA)