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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sobre Política ou Pra Frente que as Malas Batem!


Por Gilberto Ribeiro Borges. Sociólogo

“... E vem surgindo aí um novo vencedor ele é alguém do coração de Deus...”.
Essa foi uma das canções mais cantadas em Redenção na última campanha política municipal, dado a grande comoção da plebe que suspiravam pela mudança. A música que arrebatou milhares de votos é a mesma que agora embala o sonho da orfandade dos munícipes e despertam o desejo de que se eleja alguém que possa cumprir com as expectativas daqueles que precisam da política como uma forma de sobrevivência, mas não obstante a isso surgem no apagar das luzes, políticos necrófilos que querem aproveitar o momento de vulnerabilidade do povo para se apresentar como o salvador da pátria.
Engraçados que volta e meia aparecem às mesmas figuras travestidas de uma nova roupagem tentando em nome de mera mudança fazer com que aqueles que já os tiraram uma vez se esqueçam de e como uma forma de pagar por isso os retorne ao poder.

É perceptível que o estágio atual de avanço normativo permite o reconhecimento de que o Estado brasileiro costuma produzir eleições que gozam de elevados prestígio e legitimidade. Sob o ângulo jurídico, não há dificuldade em perceber que aí se cumpre o papel a que se destina o Direito Eleitoral.

Mas, sua importância vai além. Um governo surgido de eleições livres e universais é reconhecido como legítimo e democrático; no entanto, o poder das eleições é ainda mais extenso: as eleições competitivas constituem a força legitimadora de todo o sistema. Desse modo, a natureza específica do ordenamento eletivo o eleva ao plano político, no qual igualmente oferece um produto tão positivo quanto inclusivos e depurados sejam todos os seus mecanismos e instituições.


A fatalidade que ocorrera com o Prefeito de Redenção como já disse acima e se legitima nos textos seguintes, adubam em toda plebe o desejo da eleição de um Leviatã, hoje não tão fácil de conseguir... Vi numa rede social as palavras de um assessor do atual Prefeito, talvez por desconhecer a causa e por não ter sido meu aluno na disciplina de Sociologia do Direito onde o mesmo afirmava que: “Nenhum governo consegue ter êxito sendo governo popular”. 

Será se com a tirania fosse mais fácil... De lá já viemos, é sabido que o Partido dos Trabalhadores lançou um candidato e que o mesmo já se encontra em plena campanha política. O PSDB já tem o seu nome definido e começou de vento em poupa, mas agora se muda o cenário. O DEM apesar de alguns componentes da diretoria ser remanescentes do mesmo grupo do PRP e PSDB tem o seu nome com uma boa aceitação, mas ainda muito precoce, haja vista como já disse é um grupo que deixa o eleitor meio desconfiado. 

O atual Prefeito do PMDB, que hoje tem a incumbência de mudar Redenção em apenas 6 meses e tem demonstrado que vai conseguir em parte corresponder às expectativas. Deverá pedir ao povo mais 4 anos para a consecução do seu projeto e conforme for o seu desempenho tenho certeza que o povo lhe dará essa chance...