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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Redenção: Menino João viajou para os EUA para fazer a cirurgia

João e os pais estão indo para os EUA
João Augusto Tormim Ferreira Borges, que ficou conhecido por Menino João durante as campanhas para arrecadar dinheiro para pagar sua cirurgia, que será realizada nos Estados Unidos, viajou nesta quarta-feira (03), acompanhado do pai Marcorélio M. Borges e da mãe Lívia Tormim, para St. Louis, nos Estados Unidos.

“A cirurgia está agendada para ser realizada no próximo dia 9 de agosto e custa 57 mil dólares. Hoje João Augusto está com 4 anos de idade e sua cirurgia, com fé em Deus, será um sucesso”, disse o avô materno do Menino João, Divino, que trabalhou por vários anos na NB Automóveis, em Redenção, e hoje mora em Palmas.
Leonardo com João e os pais, em Redenção

Foram várias campanhas, porém a realizada em Redenção com a presença do cantor Leonardo, foi decisiva para completar o valor para pagar a cirurgia. O time "Bijugol/Estrelas" de Redenção também fez jogo beneficente.

O João Augusto é um pequeno guerreiro, nasceu com apenas 31 semanas de gestação, com1, 500 kg e muita vontade de viver. Ficou 30 dias na UTI e tem paralisia cerebral do tipo quadriplégica espástica. Tem dificuldade de movimentar os bracinhos e as perninhas, não consegue comer sozinho nem segurar a mamadeira, ainda usa fraldas, não consegue sentar sozinho, nem engatinhar, usa cadeira de rodas e consegue se arrastar.

Hoje já consegue andar curtas distâncias no andador, mas cruza muito as pernas e anda na pontinha do pé.

Desde que descobriu a paralisia a família procurou tratamentos que pudesse dar mais qualidade de vida para o João. Os pais se mudaram para Goiânia a procura de mais recursos (eles moravam em Palmas-TO).

O João faz terapia no CRER e lá ouviu falar sobre a rizotomia dorsal seletiva, cirurgia que tira a espasticidade. Depois de muito pesquisar os pais mandaram a documentação no final do ano de 2014, mas o João não foi aceito, não estava pronto para fazer a cirurgia.


Após a cirurgia João poderá sentar, segurar a mamadeira, comer sozinho, andar no andador longas distâncias e quem sabe de muletas. Não terá deformidades e não precisará de cirurgias ortopédicas no futuro, talvez só uma no estirão de crescimento. (As informações foram repassadas pelo avô materno Divino ao jornalista Otávio Araújo)