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segunda-feira, 13 de março de 2017

Vanderley participou do Seminário pelos direitos dos trabalhadores

Reformas trabalhista e previdenciária causarão danos irreparáveis à sociedade.
Zé Francisco, Prof. José Augusto, Vanderley e Décio Lopes

“Foi um seminário bastante esclarecedor sobre as reformas trabalhista e previdenciária, onde todos os presidentes de sindicatos se fizeram presentes. Isto prova que nós sindicalistas estamos atentos e do lado do trabalhador, lutando dia a dia para manter seus direitos”, disse Vanderley, presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Redenção e Região (Sintracomrre).
Sindicalistas de todo o estado participaram do seminário

Com o objetivo de esclarecer os dirigentes sindicais acerca dos impactos provocados pelas reformas trabalhista e previdenciária propostas ao Congresso Nacional pelo governo federal, aconteceu, sábado (11/03), o seminário “Não à retirada de direitos trabalhistas e previdenciários”, promovido pela União Geral dos Trabalhadores no Estado do Pará (UGT Pará) e Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços dos Estados do Pará e Amapá (Fetracom-PA\AP) com apoio da UGT Brasil e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

O auditório da Federação, em Belém, tornou-se pequeno para receber os mais de 500 sindicalistas que se fizeram presentes ao evento, que contou com palestras dos professores José Augusto Lyra e Décio Bruno Lopes, advogados, especialistas com renome internacional em questão de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário.

Lyra e Lopes concordam que há uma necessidade urgente de ajustes nas leis trabalhistas e previdenciárias. No entanto, garantem que, da forma como foram apresentadas pelo governo Michel Temer, é impossível negociar, haja vista que foram cortados unilateralmente todos os direitos dos trabalhadores e da sociedade como um todo.
Dep. Jordy é contra as reformas propostas

Décio Lopes disse que, caso sejam as propostas aprovadas pelos deputados e senadores, não tardará muito a que pequenas cidades entrem em colapso, afinal, “são os benefícios da Previdência Social pagos a aposentados e pensionistas, que movimentam a economia dessas cidades. Se não houver mais aposentados, a moeda para de circular”.

De acordo com o presidente da UGT Pará e da Fetracom-PA\AP, Zé Francisco, este não foi o primeiro seminário realizado na Federação com suporte da UGT e da CNTC para esclarecer as lideranças sindicais do Pará. Ele disse que, desde o momento do surgimento das PECs do Trabalho e da Previdência, tem se mobilizado com dirigentes sindicas em idas e vindas a Brasília, inclusive com o contato com parlamentares como o deputado Arnaldo Jordy, que se fez presente no seminário de sábado, no sentido de sensibilizá-los quanto à necessidade de se posicionarem contrariamente às reformas propostas. (Assessoria).